Archive for abril \28\UTC 2008

Ronaldinho fenômeno e o travesti

abril 28, 2008

Atualizado: A travesti gravou com o celular imagens do ronaldo

Não pagou 50 mil que exigia a travesti, ela subiu pro youtube.

Me assustei ao ver essa nota..

E tem essa…

Armação?

Acho que não. Ele vai ter que se explicar RS!

Caixinha maldita!

abril 28, 2008

Útil? Não sei, mas que é interessante é. Com o nome de Leave me alone Box, a caixa se recusa a ficar aberta.

Na minha opinão, um brinquedo super divertido

Obama cai em ambush de Abercombrie & Fitch

abril 24, 2008

O Candidato à presidente dos estados unidos foi ” Vítima” de Ambush Marketing, marketing de emboscada, da marca americana Abercombrie & Fitch. Aconteceu nesta noite de terça-feira durante o discurso transmitido ao – vivo, várias pessoas ficaram por trás do candidato com as camisetas da marca

Eu que já sou fã da marca,bati palmas…

E a história se repete!

abril 22, 2008

Trechos do Manual do Paulistano Moderno e Descolado

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) Assim que concluiu a faculdade de jornalismo na Porto Alegre natal, Cacá veio para São Paulo. Nada de objetivos muito originais. Independência, sucesso profissional, vida cultural agitada. O de sempre. Uma vez instalada, mais uma vez ateve-se ao trivial e rapidamente se transformou em uma paulistana antenadíssima. Só quem vem de fora consegue se apresentar tão de acordo com a etiqueta pública da metrópole, fruto de minuciosa preparação. Quando em Roma, aja como os romanos. Ou melhor, quando em Roma, aja como o estereótipo dos romanos. A dedicação ao estudo de costumes paulistanos, contudo, não assegura perfeito desempenho nos primeiros meses. Se referir à cidade como Sampa, por exemplo, é garantia da revelação do disfarce. Faz parecer que vocês dois são íntimos, eu sei. Não, não. Confie em mim. Nada de Sampa. ()

()Mas enfim, sobrevivi. Logo após a hora do almoço entrava aqui em casa, são e salvo. Desfeita a mala, a fim de apagar qualquer vestígio da malfadada aventura, retornei ao hall para recolher o jornal empilhado de três dias. Antes de encaminhá-los à área de serviço, decidi dar uma olhada. Uma matéria chamou-me particularmente a atenção. Um fenômeno urbano acontecia em São Paulo. Jovens bem nascidos trocavam o conforto de bairros de elite da capital pela Barra Funda, transformando o até então decadente bairro no hype do momento. Como se não bastasse a total falta de contexto no postulado, já que na realidade tais jovem deveriam morar com os pais na Vila Nova Conceição e se dirigiam à Barra Funda movidos principalmente pelas limitações econômicas impostas a quem decide morar sozinho, a matéria ia além. Dizia que o bairro poderia se tornar o SoHo paulistano. Aluguéis baratos e boas baladas eram apresentados como prova. No segundo parágrafo, depoimentos inacreditáveis. Fulano de tal (jovem e produtor cultural, lógico) sempre sonhou morar entre galpões abandonados e uma linha de trem. Lindo sonho. Um pouco contraditório, o mesmo emenda um elogio às crianças que brincam nas ruas do bairro. Peraí. Ou galpões abandonados ou crianças jogando bola na calçada. Os dois juntos não ornam, a não ser que estejamos assistindo ao início de um filme B qualquer sobre gangues rivais e que, em poucos minutos, um carro passará em alta velocidade metralhando aqueles pobres inocentes.
Nada soava natural na matéria. O moço não tinha ido para lá por adorar a mistura esquizofrênica de decadência urbana com pureza infantil. A Barra Funda não vai se tornar o SoHo. O motivo é simples. Esse movimento de jovens descolados empenhados em transformar o bairro não existe. É forçado. Meu contra-ataque parece não surtir efeito, e o cara dos galpões não desiste. Continua falando bobagens. Quer
trazer mais pessoas para a vizinhança para que o bairro fique parecido com ele. E as crianças? Já esqueceu delas? Quando os argumentos racionais são por demais adequados a um modelo ideal seja ele qual for , não adianta. É mentira. A Barra Funda só se tornaria o SoHo (Espere um pouco, vou trocar a imagem. É um pouco cafona demais querer se tornar o SoHo). A Barra Funda só se tornaria o bairro descrito
se esses novos moradores jovens, urbanos e produtores culturais possuíssem efetivos vínculos afetivos com o lugar. E é impossível criar algum minimamente real quando você mesmo não assume o porquê de morar lá. É matemática. Você gasta tanta energia fazendo pose e inventando histórias que não sobra tempo para qualquer outra atividade. Mesmo convencido de minha opinião, resolvi checar. Liguei para minha mãe. Quando meus pais vieram para São Paulo, no fim dos anos sessenta, moraram alguns anos na Barra Funda. Começaram em um apartamento na Lopes de Oliveira para depois se transferirem a outro, na rua Barra Funda. Foi nesse último que nasci. Perguntei a ela se havia escolhido o bairro por sempre ter sonhado morar entre galpões abandonados e uma linha de trem. Ou se porque lá eu poderia crescer jogando bola na calçada. Sem qualquer hesitação, respondeu que não. Eles se mudaram para lá porque tinham uma considerável limitação de dinheiro na época e, dentre as opções possíveis, o bairro era o que apresentava mais proximidade com o trabalho de ambos, além de uma boa infra-estrutura. Simples. Não teve vergonha nenhuma em me dizer isso. Não havia porque ter. Se temos pouca grana, temos pouca grana. Ninguém morre por causa disso. Não precisa disfarçar como opção de vida ou postura estética. Mas isso foi há mais de trinta anos, você me diz. Pensei a mesma coisa. Por isso também perguntei a ela se o bairro era mais arrumadinho na virada dos setenta. Não, não. Era bem parecido com o que é hoje.  

Aluguéis baratos e boas baladas já formaram um binômio aplicado a diversas outras localidades. Há poucos anos dizia-se o mesmo do Centro Velho de São Paulo. Morar no Copan era um heróico ato de resistência à cafonice burguesa. Um atestado de responsabilidade social, evitando fechar os olhos para as reais feições da cidade. Também certificava sofisticação cultural. Um Niemeyer, cara. Moro num Niemeyer. E as baladas então? Hotéis decrépitos e prédios abandonados eram O lugar para se dar uma festa. Passada a novidade, nada mudou. Não houve um renascimento da área. No fundo, apesar do discurso contrário, ninguém realmente queria isso. Só a aparência bastava. Os hotéis continuam decrépitos e os prédios abandonados. O bar do Copan fechou. Daqui a três anos, provavelmente vou ler alguma matéria sobre a Lapa estar se tornando o SoHo paulistano. Mais três, e será a vez do Bom Retiro. Outros três e ficarei sabendo que é na Bela Vista que as coisas acontecem. Esqueça. Nada vai acontecer.

Enviando emails no Futuro

abril 16, 2008

Você já imaginou receber um e-mail escrito por você mesmo, e para você mesmo daqui há alguns anos?

O timechiner promete isso.

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Para os destinatários que você quiser.

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As possibilidades são infinitas!

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Estou cansado de ouvir sobre o que eu já sabia – Isabela Nardoni

abril 16, 2008

E a menina Isabela de Oliveira Nardoni?

Sei, eu to absurdamente cansado dessa estória, a mídia se matando para conseguir coisas exclusivas para no fim da história mostrar o que todos já sabiam.

Foi o Nardoni e a mulher que mataram a filha, isso pra mim sempre foi claro.

Não acho que seja um crime mais bizarro do que os outros que acontecem no país mas sim, acho eu o mais televisionado, tudo parece um circo.
Lembro-me do seqüestro da filha do Silvio Santos e demais acontecimentos seguintes.

Coitadinho do “Menino” João Hélio que emprestou o substantivo para a Isabela, a mídia já procurou uma forma de assimilar os casos. Em minha opinião eles tem inúmeras diferenças, mais não vou falar disso agora.

 

Lembrando que o julgamento do Dr Farah está acontecendo neste momento, e ele para se defender disse: ” Eu Surtei” matou a paciente.

Será que Alexandre Nardoni Surtou também? – Duvido –

Vai ser essa desculpa que ele vai usar na defesa? – Provável –

 

Ah, por favor, né?

 

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u392287.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u392247.shtml